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ERIKA SANTOS SILVA@erikakhilton · PSOL/SP @folha Falou o babaca que gasta um milhão de reais em leite condensado, milhões em dinheiro público pra andar de motoca, milhões pra tirar férias no Guarujá ou em SC, porco, imundo, ladrão, parasita da nossa pátria! Fiador do Viagra e da prótese peniana prós seus asseclas!
trecho apontado: “parasita da nossa pátria”
O termo 'parasita' é usado de forma metafórica para desumanizar o político, comparando-o a um organismo que se aproveita do país. Embora seja um xingamento pessoal, não ataca um grupo específico, mas a desumanização é clara.
termos do filtro: parasita
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ERIKA SANTOS SILVA@erikakhilton · PSOL/SP Jaqueline Muniz, uma professora especialista em segurança pública e crítica das polícias tão excepcional que é convidada pra lecionar pras próprias polícias, está sendo alvo de uma campanha de ódio e ameaças de morte.
Uma campanha de ódio baseada em mentiras, na sua aparência física, na misoginia e no desejo de que toda e qualquer carnificina seja aceita pela população de forma acrítica.
E, no centro dessa campanha, estão os deputados Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer.
Gustavo Gayer é um assassino que atropelou e MATOU duas pessoas e deixou uma terceira paraplégica.
Nikolas Ferreira é um verme que é réu na Justiça por publicar nas redes sociais o vídeo de uma adolescente usando o banheiro, é denunciado por possível envolvimento com a Máfia dos Combustíveis e enviou cerca de R$ 1,5 milhão em verbas para a cidade onde seu tio, pai de seu primo traficante, concorreu à prefeitura.
São esses que atacam a Professora Jaqueline Muniz, e que ela receba a nossa solidariedade.
E a atacam pelo fato dela ser uma mulher e, em sua autenticidade e excepcionalidade, rasgar as narrativas daqueles que querem promover a morte como política de segurança e a insegurança para quem questiona essa política.
A atacam para criar uma cortina de fumaça para as falhas da operação no Rio de Janeiro que, no fim das contas, ao custo da vida de 121 pessoas, incluindo 4 policiais, não avançou em nada no combate ao crime organizado.
A atacam com base em sua necessidade de gerar ódio para que seus eleitores não percebam sua produção legislativa INSIGNIFICANTE e PÍFIA.
Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer são PARASITAS que se alimentam de dinheiro público e, ao se depararem com uma pesquisadora que faz jus ao próprio salário, não têm outra opção se não defecar pela própria boca na esperança de que isso distraia as pessoas do desperdício de oxigênio que define suas existências.
trecho apontado: “Nikolas Ferreira é um verme ... Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer são PARASITAS ... desperdício de oxigênio que define suas existências.”
O autor usa termos como 'verme', 'parasitas' e 'desperdício de oxigênio' para desumanizar os políticos, tratando-os como seres inferiores e nocivos, o que configura desumanização e xingamento pessoal.
termos do filtro: verme
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ERIKA SANTOS SILVA@erikakhilton · PSOL/SP 🚨 CHEGA DE GOLPISMO!
Após Eduardo Bolsonaro dizer que “sem anistia, não haverá eleições em 2026”, estou solicitando à Procuradoria-Geral Eleitoral que ele seja declarado INELEGÍVEL.
E também estou requerendo o BLOQUEIO dos salários de seus assessores e suas verbas de gabinete.
É inaceitável que uma figura execrável como Eduardo Bolsonaro, após todos os crimes que tem cometido contra o nosso país, nossa Justiça e nossa Democracia, possa se candidatar a deputado ou até mesmo a presidente no ano que vem.
Também é inaceitável que ele continue tendo um gabinete na Câmara dos Deputados no qual 9 assessores recebem, mensalmente, 132 MIL reais.
Eduardo Bolsonaro é um VERME, um PARASITA disfarçado de ser humano que quer se alimentar, eternamente, de um povo que ele mesmo adoece.
E os únicos cargos que Eduardo Bolsonaro merece são os de pária, presidiário e de exemplo universal de fracassado.
trecho apontado: “Eduardo Bolsonaro é um VERME, um PARASITA disfarçado de ser humano que quer se alimentar, eternamente, de um povo que ele mesmo adoece.”
O autor usa termos como 'verme' e 'parasita' para desumanizar Eduardo Bolsonaro, comparando-o a seres inferiores e nocivos, o que constitui um xingamento pessoal grave e desumanizante, embora direcionado a um indivíduo específico e não a um grupo.
termos do filtro: parasita, verme
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ERIKA SANTOS SILVA@erikakhilton · PSOL/SP 🇧🇷 O governo estadunidense acaba de RETIRAR o nome do ministro Alexandre de Moraes da lista de sancionados pela lei Magnitsky.
A lei dos EUA era uma das únicas esperanças do verme Eduardo Bolsonaro para pressionar o Brasil pela anistia ao condenado e presidiário Jair Bolsonaro.
Era uma das únicas esperanças de que Eduardo, um dia, abraçaria seu pai novamente.
Que hoje fique claro para Eduardo: para abraçar seu pai, ele terá que se contentar com seus delírios causados pelo calor Texas, onde ele não é ninguém, não exerce qualquer poder político e se esconde feito um rato da justiça brasileira por ser um traidor que atacou a soberania do próprio país.
trecho apontado: “o verme Eduardo Bolsonaro”
O autor usa 'verme' para se referir a Eduardo Bolsonaro, um xingamento que o desumaniza, e também o chama de 'rato' e 'traidor', mas o foco principal é o ataque pessoal com termo pejorativo.
termos do filtro: verme